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domingo, 14 de outubro de 2012

Seleção Brasileira - Maiores Goleadas da História

Seleção Olímpica e Base da Principal da era Mano Meneses

“Maiores goleadas da história da Seleção Brasileira

Brasil 10 x 1 Bolívia – 10/4/49 – Sul-Americano – São Paulo
Brasil 9 x 0 Colômbia – 23/3/57 – Sul-Americano – Lima
Brasil 9 x 1 Equador – 3/4/49 – Sul-Americano – Rio de Janeiro
Brasil 8 x 0 Bolívia – 14/7/77 – Eliminatórias – Cali (Colômbia)
Brasil 8 x 0 Emirados Árabes – 12/11/2005 – Amistoso – Abu Dhabi
Brasil 8 x 0 China – 10/9/2012 – Amistoso – Recife


Não computados jogos de Seleções Olímpicas ou de base. E duelos da equipe principal contra clubes e combinados (jogos considerados não oficiais pela FIFA).
Neymar é o Principal Artilheiro da Era Mano

Eliminatórias da Copa de 1970 - Maior Público da História do Futebol

Tostão observa Gol de Pelé no Maraca
Qual o maior público presente a um jogo de futebol na história do futebol brasileiro? Uma dica: ele foi registrado no Maracanã, o maior estádio do país. Não ajudou muito? Um bom palpite seria a final da Copa do Mundo de 50. Mas se a estimativa é que 200 mil pessoas, 10% da população na época do Rio, capital federal, foram ao estádio, o número oficial de pagantes foi de ‘apenas’ 173.850 pessoas

Com dados comprovados, a partida que contou com maior número de torcedores ocorreu há exatos 40 anos. Em 31 de agosto de 1969, 183.341 torcedores pagaram ingresso para assistir ao duelo Brasil x Paraguai pelas Eliminatórias da Copa de 70. Um recorde que jamais será superado. E a multidão vibrou com a vitória por (1x 0), resultado que garantiu a classificação da seleção para o primeiro Mundial disputado no México.
Pelé é abraçado por Tostão após marcar o Gol



Pelé Gol Mil - Maracanã 1969

Vascaínos observam o Rei
Para o Maracanã, palco de Vasco x Santos, na noite de 19 de novembro de 1969. E a espera dos 65 mil torcedores que foram ao ‘maior estádio do mundo’ foi grande. Sem um time com grandes nomes, o time da Cruz de Malta fez frente ao poderoso time do Santos. O placar ficou empatado (1x1) até aos 32 minutos do segundo tempo. Quando Pelé recebeu um lançamento, disputou a bola com o zagueiro Fernando e caiu dentro da área. O árbitro pernambucano Manoel Amaro de Lima não titubeou e apontou à marca da cal. 

O goleiro argentino Andrada se irritou com a marcação, atirando a bola com raiva no gramado. Fernando reclamou e até hoje jura que não cometeu a falta. Todos os jogadores vascaínos cercaram o juiz. Fidélis chutou a marca do pênalti, tentando fazer um buraco que atrapalhasse o Rei. Mas não havia volta. Nem para os jogadores do Vasco nem para Pelé. 

Aos 29 anos,  já com três Copas e dois títulos mundiais no currículo, o Rei tremeu diante da responsabilidade, como ele admitiu em entrevistas posteriores. Ao ouvir o apito, Pelé correu e ensaiou a tradicional paradinha. E colocou a bola para o seu lado direito. Em uma eternidade de segundos, Andrada voou para o lado certo e chegou a raspar na pelota. Mas ela morreu no canto esquerdo da meta. 

Enquanto o argentino socava a grama por não ter conseguido adiar mais uma vez a História, torcedores explodiram em alegria – mesmo muitos vascaínos -, e Pelé correu para dentro do gol, agarrou a bola e a beijou, como se agradecesse a ela por não ter se deixado ser defendida.
Pelé beija a Bola após marcar o Gol Mil



sábado, 13 de outubro de 2012

Campeonato Brasileiro de 2011 - Milésimo Jogo de Rogério Ceni

Ceni - Discursa no Milésimo Jogo da carreira
Um gol que garantiu uma marca que vai durar por muito tempo. Ou será que outro goleiro conseguirá a proeza não de evitar cem gols, mas de marcá-los? Em 2011, Ceni acrescentou outro número marcante a seu currículo: chegou a mil jogos com a camisa do São Paulo, na partida contra o Atlético-MG, em 7 de setembro de 2011, pelo Brasileirão.
Rogério Beija o Símbolo do São paulo



Campeonato Paulista de 2011 - Centésimo Gol de Rogério Ceni

Rogério marca o Centésimo Gol
Goleiro tem a finalidade de evitar gols. Correto? Sim. Mas quando o arqueiro chama-se Rogério Ceni, as metas são mais amplas. Bem mais. Fazer um gol para um camisa 1 é um feito digno de muita comemoração. E marcar 100 gols? É algo quase impensável. Pois o capitão do São Paulo conseguiu. E em grande estilo. Em 27 de março, Ceni balançou a rede pela centésima vez. E logo no clássico diante do maior rival do Tricolor Paulista. Rogério fez o gol que garantiu a vitória por (2x1) sobre o Corinthians, no Campeonato Paulista.
Ceni comemora o Gol 100 da Carreira