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terça-feira, 16 de julho de 2013

O dia em que Pelé expulsou o Juiz !


17 DE JULHO DE 1968: O DIA EM QUE PELÉ EXPULSOU O JUIZ!

Uma vez, o Santos foi jogar um amistoso na Colômbia e o jogo tava muito pegado, muito faltoso. Até o momento em que o juiz expulsou, injustamente, um jogador do Santos e Pelé foi reclamar com razão, e acabou expulso também. A torcida ficou revoltada e começou a atirar objetos no campo, querendo invadir o gramado para agredir o juiz, foi um alvoroço. 

Eles gritavam o nome de Pelé e exigiam sua volta ao jogo. Eles estavam lá pra ver o Rei dar seu show. Até que a polícia perdeu o controle da situação e precisou escoltar o juiz para fora do estádio e chamar Pelé de volta. Veja só, Pelé expulsou o juiz.

domingo, 14 de julho de 2013

Taça Brasil de 1963 - O dia em que o Rei Catou no Gol

O Rei também foi Goleiro

Pelé marca 3 gols, vai para o gol substituir Gilmar expulso e segura pressão gremista, garantindo classificação para a final.

Pelé goleiro !

O avante Pelé, que depois de marcar três tentos, substituiu Gilmar nos minutos finais da partida, declarou que "não se sentia como um goleiro, mas lutou para acertar".

A propósito da equipe adversária, afirmou que "eles jogam duro, mas são leais. A sujeira em minha camisa foi resultado dos tombos que tomei."

O técnico Lula afirmou que a equipe do Grêmio é boa e "sobretudo, muito lutadora". Quanto aos principais valores, disse que "Paulo Lumumba e Airton estão jogando bem". Acrescentou ainda, a propósito da atuação de Pelé no gol, que o "Rei" é "tão bom quanto o Gilmar".

O Rei na Taça Brasil de 1963


santos 4x3 Grêmio
Taça Brasil 1963 - semifinal - jogo de volta
Data: 19/01/1964, domingo, 17h00min
Local: Estádio Pacaembu - São Paulo (SP)
Renda: Cr$ 11.931.500,00
Juiz: Teodoro Nitti
Expulsão: Gilmar 86'
Gols: Pepe(06-1), Lumumba(09-1), Lumumba(11-2),
Marino(15-1) e Pelé(30-1, de pênalti); 
Pelé(13-2) e Pelé(38-2, de pênalti).

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Copa do Mundo de 1996 - Concentração da Seleção Brasileira

Jairzinho toca, observado por Pelé
Jairzinho tocando piano na concentração da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1966. O Brasil parou ainda na primeira fase com derrotas para a Hungria e Portugal, de Eusébio.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Copa do Mundo de 1958 - Depoimento de Sigge Parling

O Rei aos "pés" dos Suecos
“Depois do quinto gol, até eu tive vontade de aplaudi-lo.” – Sigge Parling, zagueiro da Suécia na derrota por (5x2) para o Brasil na final da Copa do Mundo de 1958. Pelé tinha apenas 17 anos e encantou o Mundo em sua primeira Copa na carreira, azar da Suécia, mera coadjuvante diante do Rei do Futebol.


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pelé e Garrincha na Seleção Brasileira

Didi e Garrincha abraçam o Rei na Copa de 1958
Dupla invicta: O jogo contra a Bulgária, pela primeira fase da Copa do Mundo de 1966, foi o último que Pelé e Garrincha fizeram juntos pela seleção. Com a dupla dentro de campo, o Brasil se manteve imbatível e jamais foi derrotado. Garrincha Jogou sessenta partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966. Em todos os seus jogos, participou de apenas uma derrota de (3x1) para a Hungria na Copa de 66. Com Garrincha e Pelé jogando ao mesmo tempo, o Brasil nunca perdeu.
O Gênio e o Rei
Adversários no Santos x Botafogo



domingo, 14 de outubro de 2012

Gol Histórico de Pelé contra o Juventus da Moóca - Paulistão de 1959

Pelé Chapéla toda a zaga Juventina
O adversário era o Juventus, no estádio Conde Rodolfo Crespi, na Rua Javari, em jogo do Campeonato Paulista de 1959. Aos 40 minutos da etapa final, O Santos derrotava o Moleque Travesso por (3x0), com dois gols de Pelé e um de Dorval. Mas a vantagem no marcador não deixou o Rei tranquilo. Irritados com uma dividida entre Pelé e o juventino Pando, que levou a pior e fraturou a perna, torcedores do time da casa xingavam o camisa 10 do Peixe sempre que ele pegava na bola. - Já havia feito dois gols no jogo, mas os caras não paravam de pegar no meu pé. 

Olhei para a arquibancada e fiz um gesto de “espera um pouquinho” – disse Pelé, em declaração reproduzida pelo site oficial do Santos. E o Rei reservava para os presentes ao estádio no bairro paulistano da Moóca um momento de rara beleza. A cinco minutos do apito final, Pelé recebeu um cruzamento da direita de Dorval. Com um belo toque, se livrou de Julinho e iniciou uma sequência de chapéus. 

O primeiro a ser ‘chapelado’ foi Homero. O zagueiro Clóvis veio em socorro ao companheiro e também viu a bola passar por cima da sua cabeça. O último obstáculo à frente de Pelé era o goleiro Mão de Onça. E na sua corrida sem deixar a bola cair, o Rei do futebol também superou o arqueiro com um balãozinho. O toque final foi uma cabeçada, mandando a bola para a rede.
Lance histórico do Rei no estádio da Javari



Eliminatórias da Copa de 1970 - Maior Público da História do Futebol

Tostão observa Gol de Pelé no Maraca
Qual o maior público presente a um jogo de futebol na história do futebol brasileiro? Uma dica: ele foi registrado no Maracanã, o maior estádio do país. Não ajudou muito? Um bom palpite seria a final da Copa do Mundo de 50. Mas se a estimativa é que 200 mil pessoas, 10% da população na época do Rio, capital federal, foram ao estádio, o número oficial de pagantes foi de ‘apenas’ 173.850 pessoas

Com dados comprovados, a partida que contou com maior número de torcedores ocorreu há exatos 40 anos. Em 31 de agosto de 1969, 183.341 torcedores pagaram ingresso para assistir ao duelo Brasil x Paraguai pelas Eliminatórias da Copa de 70. Um recorde que jamais será superado. E a multidão vibrou com a vitória por (1x 0), resultado que garantiu a classificação da seleção para o primeiro Mundial disputado no México.
Pelé é abraçado por Tostão após marcar o Gol



Pelé Gol Mil - Maracanã 1969

Vascaínos observam o Rei
Para o Maracanã, palco de Vasco x Santos, na noite de 19 de novembro de 1969. E a espera dos 65 mil torcedores que foram ao ‘maior estádio do mundo’ foi grande. Sem um time com grandes nomes, o time da Cruz de Malta fez frente ao poderoso time do Santos. O placar ficou empatado (1x1) até aos 32 minutos do segundo tempo. Quando Pelé recebeu um lançamento, disputou a bola com o zagueiro Fernando e caiu dentro da área. O árbitro pernambucano Manoel Amaro de Lima não titubeou e apontou à marca da cal. 

O goleiro argentino Andrada se irritou com a marcação, atirando a bola com raiva no gramado. Fernando reclamou e até hoje jura que não cometeu a falta. Todos os jogadores vascaínos cercaram o juiz. Fidélis chutou a marca do pênalti, tentando fazer um buraco que atrapalhasse o Rei. Mas não havia volta. Nem para os jogadores do Vasco nem para Pelé. 

Aos 29 anos,  já com três Copas e dois títulos mundiais no currículo, o Rei tremeu diante da responsabilidade, como ele admitiu em entrevistas posteriores. Ao ouvir o apito, Pelé correu e ensaiou a tradicional paradinha. E colocou a bola para o seu lado direito. Em uma eternidade de segundos, Andrada voou para o lado certo e chegou a raspar na pelota. Mas ela morreu no canto esquerdo da meta. 

Enquanto o argentino socava a grama por não ter conseguido adiar mais uma vez a História, torcedores explodiram em alegria – mesmo muitos vascaínos -, e Pelé correu para dentro do gol, agarrou a bola e a beijou, como se agradecesse a ela por não ter se deixado ser defendida.
Pelé beija a Bola após marcar o Gol Mil