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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Copa do Mundo 2014: Decisão do 3º Lugar


Mal começou a partida e Robin Van Persie achou um buraco na defesa brasileira para marcar o primeiro da Seleção Holandesa

O Brasil, que contava com o desinteresse holandês no jogo para sair de “cabeça erguida” da Copa, mostrou as mesmas fragilidades que já havia mostrado contra a Alemanha. Van Gaal usou a mesma tática que Joachim Löw: pressionou a defesa brasileira e tomou o meio de campo, cortando completamente a ligação com o ataque. 

Apesar do controle holandês no jogo, a seleção brasileira não se entregou completamente (como fez no jogo contra a Alemanha) mas a superioridade holandesa era clara: quando o Brasil chegava no ataque dependia exclusivamente do acerto de alguma jogada individual para conseguir um chute a gol. Já a Holanda, chegava sempre com perigo, tocando bola e com bons cruzamentos.


Brasil deixa Copa do Mundo com derrota de 3x0 para Holanda

Do lado da Holanda ficou a sensação de frustração. Ao final do jogo Robben e Van Gaal deram entrevistas valorizando o terceiro lugar, mas deixando claro que eles esperavam jogar a final. E mostraram qualidade para isso em campo. A Holanda deixa o campeonato sem ter perdido nenhum jogo e após ter protagonizado grandes jogos, como o massacre contra a Espanha, a enorme superação contra o México e o incrível bombardeio ao gol da Costa Rica, mas tudo terminou em um jogo equilibradíssimo contra a Argentina. Fica a sensação de que faltou força física, faltou sorte, faltou muito pouco para forçar um gol naquela prorrogação…


Van Gaal 'Nada do que ele faz é por acaso'

Olhando para o futuro, Van Gaal deixa a seleção holandesa com um time majoritariamente jovem, que estará à disposição para disputar a próxima Copa, mas com um problema enorme: seus jogadores extraordinários (Sneijder, Robben e Van Persie) estão todos na casa dos 30 anos e dificilmente terão condições físicas para jogar a Copa de 2018. 

O trabalho foi bem feito, mas agora eles dependem do acaso para que apareça um conjunto de jogadores extraordinários para sucedê-los na liderança do time. É o fim de mais uma geração extraordinária que não consegue vencer o título tão cobiçado pelos holandeses há tanto tempo.


Brasil perde de 3x0 para Holanda na disputa de 3º lugar e sai de campo vaiado

Parecia que o pesadelo da semi-final não terminava nunca para o Brasil. Mas terminou. Foi um atropelo tão grande ter tomado 10 gols e 2 jogos que nem dá para pensar em comemorar o fato de que o Brasil chegou entre os 4 primeiros times da competição após 12 anos.

Se a disputa de terceiro lugar é amargo, perder este jogo é mais amargo ainda. A Holanda vai embora sem ter perdido nenhum jogo na competição. O Brasil vai embora com 2 derrotas seguidas e fica com a defesa mais vazada de sua história.


Data: 12/07/2014 – 17h
Local: Mané Garrincha (Brasília)
Capacidade do estádio: 69.349
Público: 68.034
Árbitro: Djamel Haimoudi (ALG)
Auxiliares: Redouane Achik (MAR) e Abdelhak Etchiali (ALG)
Cartões amarelos: Thiago Silva, Fernandinho e Oscar 
(Brasil); Robben e De Guzmán (Holanda)
Gols: Van Persie, aos 2 min, e Blind aos 15 min do 1º tempo; 
Wijnaldum aos 45 min do 2º tempo


sábado, 20 de julho de 2013

Copa das Confederações de 2013 - Brasil 2x1 Uruguai

O iluminado Paulinho marca o gol da vitória

Realmente o destino é algo impressionante. Em 2010, com uma falha de Julio Cesar, o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo da África do Sul pela Holanda nas quartas de final. Dias depois, comandado por Forlán, o Uruguai ficava com a quarta colocação no Mundial e o atacante era escolhido o melhor da competição. 

Quase três anos após esses episódios, ainda pelas duas seleções, a situação mudou. O goleiro virou o herói e o camisa 10 uruguaio se tornou o vilão da vitória brasileira em cima dos adversários por 2 a 1, nesta quarta-feira, em Belo Horizonte (MG), pela semifinal da Copa das Confederações.

Julio César defende cobrança de Forlan

Como esperado, o Brasil não teve vida fácil diante do Uruguai. Apesar de ter mais posse de bola do que o adversário, principalmente no primeiro tempo, os brasileiros não tiveram tantas chances para marcar. Foram os uruguaios, aliás, que poderiam ter saído na frente, não fosse Julio Cesar.

Após cobrança de escanteio, David Luiz puxou o zagueiro Lugano dentro da área e o árbitro chileno Enrique Osses marcou pênalti. Na cobrança, Forlán, o melhor do Mundial de 2010, bateu no canto esquerdo do goleiro, que fez uma bela defesa.

O erro não diminuiu o ímpeto do Uruguai, principalmente na forte marcação do setor ofensivo brasileiro. Por outro lado, a Seleção Brasileira tinha posse de bola, mas tinha dificuldades para chegar perto do gol. Mas em um lançamento de Paulinho, Neymar dominou dentro da área e mandou para o gol. Muslera defendeu, mas, no rebote, Fred mandou para o fundo do gol. Um gol de artilheiro.




Vale destacar também, e muito, o trabalho de Fred e Paulinho. O camisa 9 da Seleção mostrou novamente o faro de artilheiro e abriu o placar para garantir a vaga na decisão, que será disputada no próximo domingo, no Maracanã. E provou mais uma vez o motivo de ser dono do Mineirão. Já são 42 gols em 48 partidas no estádio.

Enquanto isso, o volante voltou a mostrar estrela ao marcar o gol da vitória aos 41 minutos do segundo tempo, de cabeça. Herói. Assim como tinha sido para os corintianos no ano passado contra o Vasco, pelas quartas de final da Copa Libertadores. Gol do volante que sabe marcar e consegue fazer gols. Assim, até ele agrada o técnico Luiz Felipe Scolari. Realmente, algo preparado pelo destino.

Cavani aproveita bobeada e empata a partida

Com vantagem no placar, o Brasil voltou um tanto desligado para o segundo tempo. Em uma falha da defesa na saída de bola, Thiago Silva tocou para o lado dentro da área. Esperto, Cavani roubou a redonda e empatou a partida.


Após três partidas com um bom desempenho, a defesa brasileira mostrou falhas. E com vacilos de seus dois defensores. No primeiro tempo, como o pênalti cometido por David Luiz. No segundo, com Thiago Silva. Julio Cesar até evitou no primeiro momento, mas não conseguiu fazer o mesmo no segundo.

Com o placar empatado, o jogo não mudou muito. O Brasil tinha mais posse de bola, mas faltava chegar mais perto do gol. Fred e Hulk até tiveram chances, mas erraram o alvo. Já o Uruguai chegava menos, mas sempre com perigo.

Paulinho não se contém após o Gol...

E quando todos já imaginavam a disputa da prorrogação, Paulinho apareceu. Em cobrança de escanteio de Neymar, o volante subiu mais do que a zaga uruguaia e mandou para a rede.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Taça do Atlântico de 1976 - Brasil 2x1 Uruguai

Ramirez persegue o Reizinho Roberto Rivelino

Muito antes de “fair play” virar uma filosofia de jogo limpo abraçada e propagada oficialmente pela FIFA, era menos raro que um jogo de futebol descambasse para a pancadaria desmedida. Um clássico quebra-pau (mas que, apesar da violência de marmanjos se batendo, contém alguns momentos involuntariamente cômicos) aconteceu no Brasil 2 x 1 Uruguai disputado em 28 de abril de 1976 no Maracanã. Cuja imagem mais marcante é a do uruguaio Sérgio Ramirez (hoje técnico de futebol) perseguindo Rivelino assim que o jogo foi encerrado.

O duelo valeu pela Taça do Atlântico, um torneio disputado em apenas três ocasiões e que contava com Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai, em jogos de ida e volta. Comandada pelo técnico Oswaldo Brandão, a Seleção Brasileira ganhou aquela edição de 1976 com cinco vitórias e um empate.

O jogo foi tenso. O Brasil ganhou de virada no 2º tempo e houve vários momentos de bate-boca entre jogadores dos dois times. E os uruguaios foram para cima do trio de arbitragem em alguns lances também. Numa das ocasiões em que o tempo fechou em campo, Rivelino teria puxado o cabelo ou dado um tapa na cara de um uruguaio. Por isso, Ramirez planejou sua vingança assim que a partida estivesse encerrada.

Ramírez não conseguiu alcançar Rivelino, que se safou da agressão correndo em disparada e caindo aos trombolhões na escadaria para o vestiário do Maracanã. O uruguaio foi imediatamente cercado por outros jogadores brasileiros e acudido por seus companheiros de Celeste.

domingo, 14 de julho de 2013

1970 A Primeira Copa em Cores no Brasil



Em 1970, quando se fez a primeira transmissão de TV em cores no Brasil (Copa do Mundo do México, com o Brasil Tricampeão), pela EMBRATEL, em caráter experimental e fechado, para um público seleto, iniciando uma nova divisão social entre os que podiam trocar seu velho aparelho pelo colorido e os que tiveram que manter a relíquia em preto-e-branco. Já ia então à larga o “milagre brasileiro’’, e os jogos da Copa do Mundo no México, primeiro programa a ser exibido em cores no Brasil, foram também o primeiro congraçamento patriótico da raça feito pela TV.

Ademir Menezes o Queixada da Seleção Brasileira

Ademir Menezes o Queixada

Ademir Marques de Menezes foi um dos mais extraordinários artilheiros de todos os tempos. Seu estilo de jogo deu origem a uma nova posição: PONTA-DE-LANÇA. 

Sua versatilidade em atuar em qualquer posição do ataque e sua habilidade nas arrancadas a caminho do gol obrigaram técnicos a adotarem novos sistemas para tentar contê-lo. Pode-se dizer que revolucionou algumas características do futebol brasileiro que foram essenciais para os títulos mundiais que estariam por vir poucos anos depois. 

Um de seus maiores feitos é um recorde que está de pé até os dias de hoje e que não foi quebrado nem mesmo por nomes como Pelé, Romário e Ronaldo. Ademir é o jogador brasileiro que mais gols fez em uma única edição de Copa do Mundo: 9 gols em 1950.

Seleção Brasileira - Primeiro jogo da sua História

A Seleção Brasileira de 1914

Hoje faz 99 anos da estreia da Seleção Brasileira... Parabéns a Seleção mais Vitoriosa de todos os tempos !

A Seleção Brasileira começou a sua história no dia 14 de julho de 1914. No campo do Fluminense, na Rua Guanabara (atual Rua das Laranjeiras), o time formado por cariocas e paulistas venceu o Exeter City, clube inglês que excursionava pela América do Sul na época, por 2 a 0. Os gols foram marcados por Oswaldo Gomes e Osman.

sábado, 13 de julho de 2013

Homenagem a Doutor Sócrates - Ídolo da Democracia Corintiana

Jogadores prestam homenagem

04/12/2011: HÁ EXATO 1 ANO MORRIA UM DOS MAIORES GÊNIOS DA BOLA, EM UM DOMINGO, COM O CORINTHIANS CAMPEÃO BRASILEIRO.

Democracia Corintiana mudou carreira de Sócrates

Sócrates teve carreira marcada por toques de classe e militância política. Magrão, Doutor, Calcanhar de Ouro ou apenas Sócrates. Nascido em Belém do Pará, em 1954, o jogador foi batizado com um nome longo tão longo quanto suas pernas: Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira.

Sócrates na época da Democracia...

Alto, com 1,91m de altura, e não exatamente veloz, Sócrates destoava dos demais craques brasileiros. Vem de uma família de classe média e teve formação universitária.

Começou atuando no Botafogo de Ribeirão Preto até ser transferido para o Corinthians em 1978 e se tornar um dos grandes nomes da história do futebol.

De acordo com o comentarista esportivo Juca Kfouri, Sócrates pode não ter sido o melhor jogador que o clube paulista e o Brasil tiveram, "mas certamente foi o mais único".

Punho levantado; Sua marca registrada...

Primeiro, ao doutrinar a voraz torcida corintiana. Sócrates repetia nas entrevistas que a Fiel precisava confiar no time e apoiar o ritmo da Democracia. E convenceu.

Craque político
Certa vez, depois de o time ter perdido uma partida e ter sido ilhado no vestiário, cercado por torcedores, Sócrates marcaria os gols da vitória na partida seguinte e não comemoraria, em protesto. A torcida parecia entender os recados, a relação mais tensa e comprometida.

Na final daquele campeonato paulista, o time entrou em campo com a faixa "Ganhar ou perder, mas com democracia". Ganhou, levando democracia e delírio à Fiel.

O Doutor, observado por Zico do Flamengo

Mais adiante, em 1984, Sócrates se envolveria de corpo e alma na campanha Diretas Já. Subiria ao palanque montado no Centro de São Paulo para discursar diante de um milhão de pessoas.

"Se a emenda Dante de Oliveira for aprovada no Congresso, não vou deixar o nosso país", bradou ele diante da multidão em êxtase.
Dito em feito. Emenda rejeitada, Sócrates deixaria o Brasil rumo à Itália.

Democracia até na Seleção

Mensagem na cabeça
Mais tarde, na Copa de 1986, Sócrates protagonizou outro momento inesquecível. Durante a execução dos hinos antes da partida entre Espanha e Brasil, estreia das equipes, organizadores executaram o Hino da Bandeira no lugar do Hino Nacional Brasileiro.

Sócrates, indignado, balançava a cabeça em frente às câmeras, reprovando o constrangimento. Ele conduziria os jogadores a deixar a posição perfilada e a assumir a formação clássica para fotos.

Naquela Copa do Mundo, no México, em todos os jogos Sócrates entrava em campo com uma faixa na cabeça, chamando a atenção para graves situações sociais.


Sócrates disputou 297 jogos, marcou 172 gols e venceu três Campeonatos Paulistas (1979, 1982 e 1983) com a camisa do Timão. Escreveu também peças de teatro, gravou três discos com composições próprias e ainda fez parte da administração de um cinema em Ribeirão Preto que exibia filmes gratuitamente.

O ex-jogador morreu aos 57 anos de idade, em 4 de dezembro de 2011. Na noite daquele dia, por volta das 19 horas e 5 minutos, o Corinthians venceria seu quinto Campeonato Brasileiro.

"O Corinthians é um clube diferente hoje. Saiu de uma situação ditatorial, com o Vicente Matheus, e depois da Democracia Corintiana evoluiu para ser uma nação, na qual o Sócrates foi uma figura central. O resultado apareceu depois, com as conquistas nacionais", avalia o ex-jogador e técnico do time alvinegro Zé Maria.



terça-feira, 9 de julho de 2013

Palmeiras representa Seleção Brasileira e goleia o Uruguai


CONFEDERAÇÃO PALMEIRENSE DE FUTEBOL 3 X 0 URUGUAI

Nos tempos atuais, é comum ver o nosso selecionado brasileiro "não tão brasileiro". Isso é devido ao fato da maioria dos jogadores convocados não representarem os clubes de nossas cores. Já é natural ver as gerações mais jovens acostumadas com isso, para a geração 2000, por exemplo, chega até a ser um certo "clichê". 

Mas nos anos 60, a situação era bem diferente. Quase a totalidade dos convocados para a seleção atuava no Brasil. Em 7 de setembro de 1965, como parte das festividades da inauguração do Mineirão, o Brasil enfrentou o Uruguai em um amistoso. 

E, como era comum naquela época, os 11 que iniciaram a partida com o escudo da CDB no peito jogavam no Brasil. Mas a particularidade é que todos atuavam em um só clube. Naquele dia, o time do Palmeiras trocou o verde pelo amarelo, representou o país e derrotou a seleção uruguaia por 3 a 0.

Copa das Confederações de 2013 - Brasil 2x0 México

Seleção entra em campo no Castelão

Depois de uma vitória convincente na estréia sobre o Japão (3x0), a Seleção Brasileira entrou em campo no estádio do castelão em Fortaleza disposto a acabar com o fantasma, ou pedra no sapato, a Seleção Mexicana. Mais uma vez brilhou a estrela do menino Neymar, e o Brasil derrotou os Mexicanos pelo placar de (2x0), o outro tento foi marcado pelo Atleticano Jô.

Neymar vigiado de perto pelos Mexicanos

Atacante revelado pelo Santos faz mais um golaço e faz grande jogada para o segundo, levanta a empolgada torcida do Castelão e define o triunfo por (2x0) da Seleção sobre o México.


Mundialito de 1980 - Uruguai Campeão


O Mundialito de 1980

Em 1980 a FIFA organizou um torneio no Uruguai para comemorar o cinquentenário da primeira Copa do Mundo, realizada em 1930 também em terras uruguaias. 

O torneio ficou conhecido como "Mundialito" - ou Copa de Ouro - e reunia todos os campeões mundiais da época (Alemanha, Itália, Argentina, Uruguai e Brasil), com exceção da Inglaterra, que declinara do convite. Em seu lugar participou a Holanda, que vinha de dois vices campeonatos na década de 1970.

O Uruguai venceu o torneio. A final foi realizada em 10 de janeiro de 1981 no Centenário entre Uruguai e Brasil. O resultado foi (2x1) para a Celeste Olímpica, treinada pelo ex-goleiro Máspoli, titular no Maracanazo de 1950. O Brasil já era comandado por Telê Santana e começava a tomar corpo para tornar-se o time que, dois anos depois, encantaria o mundo na Copa da Espanha. 

Os uruguaios, apesar do ótimo time que contava com Rodolfo Rodriguez, Victorino, Hugo de Léon e Rúben Paz acabaram ficando de fora da Copa no ano seguinte, após deprimente desclassificação nas Eliminatórias diante do Peru.

A conquista do torneio é um dos pontos altos do currículo da Celeste Olímpica nos últimos tempos, somado com as conquistas das edições da Copa América de 1983, 1985 e 1995.

Final
10.01.81 Montevideo, Centenario

URUGUAI 2X1 BRASIL 

Árbitro: Erich Linemayr AUT

URUGUAI: Rodríguez - Diogo, Olivera, De León, Martínez - Krasouski, De La Peña (36 Barrios), Paz
- Ramos, Victorino, Morales

BRASIL: João Leite - Edevaldo, Oscar, Luizinho, Júnior - Batista, Toninho Cerezo, Paulo Isidoro - Tita (Serginho), Sócrates, Zé Sérgio (Éder)

1:0 Barrios 50, 1:1 Sócrates 62 p, 2:1 Victorino 80 h


Eliminatórias para a Copa do Mundo - Romário

Romário ajuda a levar o Brasil para a Copa

Em 1993, a seleção brasileira precisava vencer o Uruguai para se garantir na Copa do Mundo dos Estados Unidos, que seria disputada no ano seguinte. Após meses de insistência de quase todo o país e resistência de Parreira pela convocação de Romário, o Baixinho foi chamado e jogou a partida no Maracanã.

Foi no dia 19 de setembro daquele ano. Romário não cumpriu sua função simplesmente. O Baixinho marcou dois gols. Dois golaços. E garantiu o Brasil na Copa. Que seria conquistada pela seleção canarinho, com grande atuação do camisa 11.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Copa do Mundo de 1978 - Argentina 0x0 Brasil

Maradona e Zico na Copa de 1978

Brasil 0 x 0 Argentina, Copa do Mundo de 1978 na Argentina;

A respiração estava tão suspensa quanto as liberdades pessoais na Argentina de Jorge Videla, ditador que assistiu ao empate sem gols ao lado do brasileiro João Havelange, presidente da Fifa, no frio dos 14 graus que pareciam muito menos para os 37.326 pagantes no Gigante de Arroyito, de Rosário. 

Segundo jogo do quadrangular semifinal da Copa de 78. Segunda partida entre brasileiros e argentinos em Copas. O Brasil era líder pelo saldo de gols. Mas teria, na última rodada, a dura tarefa de vencer bem a boa Polônia. 

Enquanto os argentinos teriam a menos complicada seleção peruana para golear por quanto fosse necessário. E, por erro absurdo de tabela, sabendo o que seria preciso fazer. E o que os peruanos acabariam não fazendo.


Copa do Mundo de 1996 - Concentração da Seleção Brasileira

Jairzinho toca, observado por Pelé
Jairzinho tocando piano na concentração da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1966. O Brasil parou ainda na primeira fase com derrotas para a Hungria e Portugal, de Eusébio.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Copa do Mundo de 1958 - Brasil 1x0 País de Gales

Garrincha passa por um dos seus Joões...
Na foto, Garrincha dribla um Galês na Copa do Mundo da Suécia de 1958; A Seleção Brasileira venceu o País de Gales por (1x0) nas quartas de final.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Copa das Confederações de 2013 - Brasil 3x0 Espanha

O Fred vai te pegar...
Foram necessários apenas dois minutos para que Fred levasse a torcida à loucura com um gol típico de artilheiro. Hulk cruzou da direita, a zaga da Fúria se enrolou toda e Casillas demorou uma semana para decidir o que fazia no lance, observado por Neymar, Fred mesmo caído tocou pro fundo das redes; Brasil (1x0).

David Luiz salva aquele que seria o empate
Ainda no primeiro tempo, David Luiz salvou uma bola espetacular que ficará na história. Pedro, autor do chute afastado quase em cima da linha, deu até mesmo os parabéns ao jogador do Chelsea no intervalo. 

Fred anotou (2) e Neymar fez o seu
Neymar fez o segundo no final do primeiro tempo com um chute forte sem defesa para Casillas, mostrando por que o Barcelona pagou 57 milhões de euros por ele. 


Fred completou a vitória por (3x0) dois minutos após o reinício, mas o pesadelo da Espanha não havia chegado ao fim. Sergio Ramos ainda perdeu um pênalti e Gerard Piqué foi expulso por derrubar Neymar enquanto o ex-santista arrancava rumo ao gol.

Marcelo e Dani Alves; Lateral bem servida
Os Laterais da Seleção Marcelo do Real Madrid e Daniel Alves do Barcelona, vibram com a surpreendente vitória sobre a Espanha no Maracanã. Uma noite onde tudo deu certo para a Seleção Brasileira; Pior para a Fúria que perdeu a invencibilidade de 29 jogos oficiais e 3 anos sem conhecer uma derrota sequer.

Neymar vigiado de perto por Xavi da Fúria
Neymar ganhou o prêmio de melhor jogador do torneio, e recebeu a bola de bronze pela terceira melhor artilharia. O Mais novo reforço do Barcelona, não tomou conhecimento da Fúria que detêm em seu elenco 8 jogadores do seu novo clube, fez um golaço e de quebra provocou a expulsão de Piqué.

Festa da Seleção com a Taça de Campeão
Momento em que o capitão Tiago Silva junto com elenco Canarinho, levantam a taça no Maracanã; Torcida faz a festa bem pertinho dos jogadores. 

A Seleção Campeã de Felipão
Desde de 1982 não tínhamos uma Seleção tão identificada com os torcedores, Felipão conseguiu resgatar uma nova família, e reacendeu a esperança de conquistarmos em casa a Copa do Mundo de 2014.


O Brasil ao vencer a Espanha na final por (3x0), passou a ser o único País a vencer três competições consecutivas da FIFA, e agora luta para quebrar outro estigma de que a Seleção que vence a Copa das Confederações, não conquista o Título da Copa do Mundo na sequência. O Brasil é também disparado a Seleção que mais venceu torneios realizados pela FIFA, (5) Copas do Mundo e (4) Copa das Confederações. 

David Luiz brinca com cabeleira de Daniel Alves

A Seleção Brasileira lavou a alma, e colocou novamente a esperança no coração dos torcedores, que agora criou um elo de confiança para a Copa do Mundo. Júlio Cesar goleiro da Seleção chegou a declarar que existe uma hierarquia no futebol e isso tem que ser respeitado, a camisa amarela que ostenta 5 estrelas, está de volta ao topo, pior para a Espanha que teve que assistir de camarote a ascensão canarinho.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Copa do Mundo de 1958 - Depoimento de Sigge Parling

O Rei aos "pés" dos Suecos
“Depois do quinto gol, até eu tive vontade de aplaudi-lo.” – Sigge Parling, zagueiro da Suécia na derrota por (5x2) para o Brasil na final da Copa do Mundo de 1958. Pelé tinha apenas 17 anos e encantou o Mundo em sua primeira Copa na carreira, azar da Suécia, mera coadjuvante diante do Rei do Futebol.


Eliminatórias para a Copa do Mundo 1989 - Brasil 2x0 Chile

A Farsa de Roberto Rojas
Eliminatórias de 1989, Brasil x Chile, no Maracanã. A seleção brasileira vencia por (1x0) enquanto os chilenos tentavam uma virada para garantir vaga na Copa do Mundo. 

De repente, um rojão atinge o gramado, o goleiro chileno Roberto Rojas é socorrido e levado sangrando para um hospital. O time do Chile pede a anulação do jogo e que sejam considerados vencedores da partida.

Tragédia? Que nada. Tudo mentira. Antes do jogo, o goleiro Rojas teria combinado com uma mulher na arquibancada para lançar o rojão no campo. Com uma pequena navalha escondida nas luvas, ele fez um corte no rosto e fingiu o sangramento.

Como essa história terminou? Rojas foi banido para sempre do esporte e o Chile ficou proibido de jogar partidas oficiais por cinco anos. Só se deu bem a mulher que jogou o rojão: posou nua em uma famosa revista masculina.

domingo, 23 de junho de 2013

Copa do Mundo de 1934 - O Brasil nas Copas


Seleção Brasileira de 1934
Sem os uruguaios, então campeões, coube a Brasil e Argentina o papel de representantes da América do Sul no Mundial de 1934. Os dois países, que viriam a se tornar grandes forças do futebol, tiveram participações periféricas. Os argentinos caíram na estreia diante da Suécia, por (3x2), e os brasileiros perderam para a Espanha. 

A Argentina jogou sem qualquer atleta da equipe de 1930. Vários atletas mudaram de lado e adotaram a Itália, país de origem de muitas das famílias dos jogadores. Um deles, o meia Luisit Monti, teve atuação decisiva na conquista italiana.

O Brasil repetiu a receita malsucedida da Copa anterior. Dirigentes dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo não conseguiram resolver as desavenças políticas e o time, que viajou 15 dias de navio até a Itália, não passou do primeiro duelo, na pior campanha do país na história dos mundiais: (3x1) para a Espanha. Dessa vez, o pano de fundo da discussão era uma discordância entre o aproveitamento ou não de atletas profissionais. 

A Confederação Brasileira de Desportos (CBD) condenava o profissionalismo adotado por muitos paulistas. No fim, a seleção acabou composta por um elenco eminentemente do Rio de Janeiro, com nove atletas do Botafogo. Houve apenas um treino antes da estreia. O gol solitário da campanha nacional foi de Leônidas da Silva, que começava a construir sua história na Seleção Brasileira.

Números da Copa

Poster Oficial