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sábado, 27 de julho de 2013

Os 7 lances capitais do Galo campeão da Libertadores 2013


Ainda pela fase de grupos o Atlético venceu em casa o São Paulo pelo placar de 2x1 com a polêmica bebidinha de água de Rogério Ceni.


O Atlético atropelou na primeira fase o Arsenal de Sarandí, com placares de 5x2 e show do quadrado mágico "Ronaldinho, Bernard, Jô e Diego Tardelli.


O Atacante Jô, marca Três vezes e ajuda a humilhar o São Paulo no estádio Independência; Incontestável 4x1 e classificação para as Quartas de final.


Nas Quartas de finais contra o time Mexicano do Tijuana, depois de um empate no México por 2x2, o Atlético empatava em 1x1 até os 47 Minutos do segundo tempo no Independência e até então estava se classificando com este resultado, até Leonardo Silva cometer pênalti no atacante dos Xolos, quando apareceu o São Victor que de pé defendeu a penalidade e manteve vivo o sonho de conquistar a Libertadores. 


O Atlético trazia uma derrota de 2x0 contra o Newells Old Boys na Argentina pela Semi da Liberta. No jogo da volta no Independência, O Atlético abriu o Placar logo aos 3m do 1º tempo com Bernard, este placar se arrastou até o finalzinho quando Guilherme (Ex Cruzeiro) acertou chute de fora da área para fazer o gol salvador e levar o jogo para a prorrogação.


Na grande Final, o Roteiro foi o mesmo, O Olímpia venceu em casa por 2x0 e trazia para o Mineirão a vantagem de perder por 1 Gol. O Atlético passou em branco na primeira etapa, e voltando para o segundo tempo, abriu o placar com Gol de Jô logo há 1m, quando parecia que o Atlético perderia o Título, o mesmo Leonardo que cometera o Pênalti a favor do Tijuana, escorou cruzamento de cabeça aos 41m do 2º tempo e confirmou a fé dos torcedores Atleticanos que entoaram "Eu Acredito" das arquibancadas.


Na decisão que fora para os Pênaltis, brilhou mais uma vez a estrela do Goleiro Victor que defendeu a primeira cobrança do Olímpia. Após ninguém mais errar, apareceu Giménes para a 5ª Cobrança e não poderia errar, a trave defendeu a cobrança... Galo Campeão da Libertadores 2013.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Campeonato Brasileiro de 2001 - Vasco 7x1 São Paulo

Romário assinala 3 e humilha São Paulo

O São Paulo sofreria a sua maior goleada (7x1) em campeonatos Brasileiros diante do Vasco de um inspirado Romário.

Ela ocorreu em 2001. Em São Januário. Mal sabiam os poucos são paulinos presentes no estádio naquele dia que era melhor estarem em qualquer lugar, menos ali. 

O que mais se falava antes do jogo era sobre a possível saída de Romário do Vasco e que aquela poderia ser sua última partida pelo clube carioca, devido a proximidade do fim de seu contrato e a incerteza da renovação. Porém, isso não impediu o Baixinho de fazer o que ele sempre fez de melhor: GOLS. Só naquela partida foram três. 

Se antes da partida Romário era dor de cabeça para os cruz-maltinos, após o jogo virou pesadelo para os tricolores. O Vasco pintou o 7 para cima do São Paulo naquele dia.


domingo, 14 de julho de 2013

Copa Libertadores da América de 2005 - São Paulo 4x2 Universidad de Chile

Tricolor atropela time Chileno

Na Copa Libertadores de 2005, a Universidad do Chile estava no grupo do Tricolor na época junto com o Quilmes, da Argentina e o The Strongest, da Bolívia. O São Paulo passou em primeiro do grupo, sem nenhuma derrota. 

Quando pegou a La U no Chile, na última partida da fase de grupos, já sem o técnico Emerson Leão, que foi para o Vissel Kobe do Japão, a partida ficou empatada em 1 x 1 no Estádio Nacional de Santiago. 

Mas a melhor lembrança que o são paulino tem da Universidad do Chile aconteceu no Morumbi. Era a estreia do time em casa pela competição, com mais de 40 mil torcedores indo prestigiar. E o time não fez feio. Venceu por 4 x 2 com direito a Gol de Rogério Ceni.

Ceni diante de um Chileno da La U

SÃO PAULO 4 X 2 UNIVERSIDAD DO CHILE

Competição: Copa Libertadores da América – Fase de Grupos
Data: 09/03/2005
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Auxiliares: Martín Vasquez e Pablo Fontino (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Josué (SP)
Gols: Lugano, aos 2min, Gionio, aos 6min, Rogério Ceni, aos 20min, Gioino, aos 38min, e Cicinho, aos 47min do primeiro tempo; Grafite, aos 19min do segundo tempo.



sábado, 13 de julho de 2013

Copa Libertadores da América de 2005 - River Plate 2x3 São Paulo

Danilo foi destaque contra o River

EM 29/06/2005, O SÃO PAULO VOLTAVA A FINAL DE UMA LIBERTADORES EM GRANDE ESTILO! CLASSIFICADO PERANTE MAIS DE 58 MIL MILLONARIOS EM PLENO MONUMENTAL!

O São Paulo calou o estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires. Com uma vitória por 3 a 2 sobre o River Plate, pela partida de volta das semifinais da Copa Libertadores da América, o time do Morumbi garantiu presença na final do certame. 

Fato que acaba com um jejum de 11 anos(fim também do jejum de 8 anos sem disputar uma final de competição internacional oficial, quando foi vice para o River Plate na final da Supercopa Libertadores de 1997).

De quebra, o tricolor se tornou o clube brasileiro que mais vezes decidiu o torneio e confirmou a supremacia verde-amarela nos duelos daquela semana com a Argentina (naquele mesmo dia, só que mais cedo, o Brasil decidira a final da Copa das Confederações contra os Hermanos vencendo por um sonoro 4 x 1 em Waldstadion, Frankfurt).

terça-feira, 9 de julho de 2013

Times Brasileiros marcam presença na Libertadores da América

Raí na Libertadores

Você Sabia?

Que se caso o Galo fosse eliminado na noite de ontem, o Brasil perderia uma longa sequência de 21 anos com representantes entre os semi-finalistas da Copa Libertadores da América?

Confira os semi-finalistas brasileiros de 1992 até hoje:

1992: São Paulo(Campeão);
1993: São Paulo(Campeão);
1994: São Paulo(Vice);
1995: Grêmio(Campeão);
1996: Grêmio(Semi-finalista);
1997: Cruzeiro(Campeão);
1998: Vasco(Campeão);
1999: Palmeiras(Campeão);
2000: Palmeiras(Vice) e Corinthians(Semi-finalista);
2001: Palmeiras(Semi-finalista);
2002: São Caetano(Vice) e Grêmio(Semi-finalista);
2003: Santos(Vice);
2004: São Paulo(Semi-finalista);
2005: São Paulo(Campeão) e Atlético Paranaense(Vice);
2006: Internacional(Campeão) e São Paulo(Vice);
2007: Grêmio(Vice) e Santos(Semi-finalista);
2008: Fluminense(Vice);
2009: Cruzeiro(Vice) e Grêmio(Semi-finalista);
2010: Internacional(Campeão) e São Paulo(Semi-finalista);
2011: Santos(Campeão);
2012: Corinthians(Campeão) e Santos(Semi-finalista);
2013: Atlético Mineiro(A definir).

Na foto: O São Paulo de Raí deu início a esta extensa série.

Corinthians foi o Último Campeão



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Mundial Interclubes da FIFA de 1992 - São Paulo 2x1 Barcelona

O Lendário Gol de Falta de Raí

O São Paulo desembarcou como zebra no Japão, para a disputa do título do Mundial Interclubes. O motivo era que a equipe iria enfrentar nada mais nada menos que o Barcelona, campeão europeu, e com um time considerado o “Dream Team” da história do clube na época, com Guardiola, Koeman, Stoichkov, Zubizarreta, Nadal, Sergi e o treinador Johaan Cruyff. 

O tricolor já conhecia aquele Barcelona, devido à disputa de torneios amistosos naquele mesmo ano, na Espanha. O São Paulo inclusive vencera por (4x1) o Barça no Troféu Tereza Herrera. 

Mas o que se viu foi um show de partida, sendo considerada por muitos a melhor da história do São Paulo. A equipe não se intimidou com o time da Catalunha e conseguiu impor seu jogo. Mesmo o gol inicial do time espanhol, marcado pelo goleador Stoichkov, não abalou o São Paulo, que empatou com Raí. 

No segundo tempo, falta para o tricolor. Raí foi pra bola e marcou um gol antológico. Era a virada, era o gol do título Mundial. O São Paulo era o melhor do mundo com Raí em sua melhor fase na carreira. E de vez no rol de ídolos do clube.

Copa do Mundo de 1938 - Leônidas da Silva

Rotina: O Diamante Negro marcando Gol

Leônidas da Silva foi um dos primeiros grandes nomes da história da Seleção Brasileira. Atacante de rara habilidade e com um grande faro de gol, o Diamante Negro, como era apelidado, foi o artilheiro da Copa do Mundo de 1938, com sete bolas nas redes. 

Com a camisa amarelinha, Leônidas tem outros números impressionantes. O atacante marcou incríveis 37 gols em 37 jogos, contabilizando a média de um tento por partida. Com o craque em campo, o Brasil venceu 20 jogos, empatou oito e perdeu nove, além de conquistar a Copa Rio Branco de 1932 e a Copa Roca de 1945.

Leônidas o inventor da Bicicleta...

Na Copa de 1938 o Brasil chegou em terceiro lugar e teve o artilheiro da competição. Leônidas da Silva fez até gol descalço nesta Copa. Na vitória de (6x5) sobre a Polônia a chuteira do "Diamante Negro" se arrebentou durante a partida.


sábado, 22 de junho de 2013

Copa Libertadores de 2008 - Fluminense 3x1 São Paulo

A noite de Washington
Se para os torcedores do Fluminense, Washington já era o "coração valente, guerreiro tricolor", depois do jogo contra o São Paulo, pelas quartas de final da Libertadores de 2008, ele ficou ainda mais no coração dos tricolores cariocas.

O time paulista havia vencido o jogo de ida, no Morumbi, por (1x0). Com isso, o Fluminense precisava vencer por 2 gols de diferença para se classificar direto. 

Aos 46 do segundo tempo, Washington apareceu para decidir a partida. Thiago Neves cobrou escanteio, e o atacante subiu mais alto que a zaga são-paulina. Vitória do Fluminense por (3x1) que, assim, conseguiu se classificar pela primeira vez para as semifinais da competição sul-americana.

Washington foi, sem dúvida, o herói daquela partida. Os mais de 70 mil torcedores presentes no Maracanã, com certeza, nunca esquecerão este momento. 

domingo, 14 de outubro de 2012

Campeonato Brasileiro de 1990 - Corinthians 1x0 São paulo

Tupãzinho empurra a bola; Aquele que seria o gol do Título
“Depoimento de Marcelo Djian”

“O Corinthians não era um time de técnica apurada, mas se superou principalmente na parte física. Jogamos realmente com o coração contra Atlético-MG, Bahia e São Paulo. Geralmente, quem se classifica com dificuldade, como nós acabamos crescendo na hora certa. Conseguimos a vaga na última rodada, apesar da derrota por (3x0) para o Inter, porque o Goiás também havia perdido para a Portuguesa. 

Na final contra o São Paulo, cerca de 70% dos torcedores eram corintianos, até em virtude do resultado do primeiro jogo. Devia ter uns 90 mil corintianos. Meus pais estavam nas numeradas superiores do Morumbi e ficaram com medo depois do gol, porque o estádio tremia muito. Lembro-me disso até hoje. O jogo foi difícil, pois o São Paulo tinha um time qualificado. Aguentamos a pressão no primeiro tempo e tivemos um alívio com o gol de Tupãzinho no segundo. 

Ficamos concentrados praticamente um mês após a primeira fase, num esforço de reta final de campeonato. Com isso, nos protegemos da pressão externa. Eu encarava uma final pelo Corinthians como algo especial. Sabia que, se errasse, poderia encerrar a minha carreira no clube.”
Zetti vai ao desespero após Gol de Tupãzinho



sábado, 13 de outubro de 2012

Campeonato Brasileiro de 2011 - Milésimo Jogo de Rogério Ceni

Ceni - Discursa no Milésimo Jogo da carreira
Um gol que garantiu uma marca que vai durar por muito tempo. Ou será que outro goleiro conseguirá a proeza não de evitar cem gols, mas de marcá-los? Em 2011, Ceni acrescentou outro número marcante a seu currículo: chegou a mil jogos com a camisa do São Paulo, na partida contra o Atlético-MG, em 7 de setembro de 2011, pelo Brasileirão.
Rogério Beija o Símbolo do São paulo



Campeonato Paulista de 2011 - Centésimo Gol de Rogério Ceni

Rogério marca o Centésimo Gol
Goleiro tem a finalidade de evitar gols. Correto? Sim. Mas quando o arqueiro chama-se Rogério Ceni, as metas são mais amplas. Bem mais. Fazer um gol para um camisa 1 é um feito digno de muita comemoração. E marcar 100 gols? É algo quase impensável. Pois o capitão do São Paulo conseguiu. E em grande estilo. Em 27 de março, Ceni balançou a rede pela centésima vez. E logo no clássico diante do maior rival do Tricolor Paulista. Rogério fez o gol que garantiu a vitória por (2x1) sobre o Corinthians, no Campeonato Paulista.
Ceni comemora o Gol 100 da Carreira