sábado, 20 de julho de 2013

Copa das Confederações de 2013 - Brasil 2x1 Uruguai

O iluminado Paulinho marca o gol da vitória

Realmente o destino é algo impressionante. Em 2010, com uma falha de Julio Cesar, o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo da África do Sul pela Holanda nas quartas de final. Dias depois, comandado por Forlán, o Uruguai ficava com a quarta colocação no Mundial e o atacante era escolhido o melhor da competição. 

Quase três anos após esses episódios, ainda pelas duas seleções, a situação mudou. O goleiro virou o herói e o camisa 10 uruguaio se tornou o vilão da vitória brasileira em cima dos adversários por 2 a 1, nesta quarta-feira, em Belo Horizonte (MG), pela semifinal da Copa das Confederações.

Julio César defende cobrança de Forlan

Como esperado, o Brasil não teve vida fácil diante do Uruguai. Apesar de ter mais posse de bola do que o adversário, principalmente no primeiro tempo, os brasileiros não tiveram tantas chances para marcar. Foram os uruguaios, aliás, que poderiam ter saído na frente, não fosse Julio Cesar.

Após cobrança de escanteio, David Luiz puxou o zagueiro Lugano dentro da área e o árbitro chileno Enrique Osses marcou pênalti. Na cobrança, Forlán, o melhor do Mundial de 2010, bateu no canto esquerdo do goleiro, que fez uma bela defesa.

O erro não diminuiu o ímpeto do Uruguai, principalmente na forte marcação do setor ofensivo brasileiro. Por outro lado, a Seleção Brasileira tinha posse de bola, mas tinha dificuldades para chegar perto do gol. Mas em um lançamento de Paulinho, Neymar dominou dentro da área e mandou para o gol. Muslera defendeu, mas, no rebote, Fred mandou para o fundo do gol. Um gol de artilheiro.




Vale destacar também, e muito, o trabalho de Fred e Paulinho. O camisa 9 da Seleção mostrou novamente o faro de artilheiro e abriu o placar para garantir a vaga na decisão, que será disputada no próximo domingo, no Maracanã. E provou mais uma vez o motivo de ser dono do Mineirão. Já são 42 gols em 48 partidas no estádio.

Enquanto isso, o volante voltou a mostrar estrela ao marcar o gol da vitória aos 41 minutos do segundo tempo, de cabeça. Herói. Assim como tinha sido para os corintianos no ano passado contra o Vasco, pelas quartas de final da Copa Libertadores. Gol do volante que sabe marcar e consegue fazer gols. Assim, até ele agrada o técnico Luiz Felipe Scolari. Realmente, algo preparado pelo destino.

Cavani aproveita bobeada e empata a partida

Com vantagem no placar, o Brasil voltou um tanto desligado para o segundo tempo. Em uma falha da defesa na saída de bola, Thiago Silva tocou para o lado dentro da área. Esperto, Cavani roubou a redonda e empatou a partida.


Após três partidas com um bom desempenho, a defesa brasileira mostrou falhas. E com vacilos de seus dois defensores. No primeiro tempo, como o pênalti cometido por David Luiz. No segundo, com Thiago Silva. Julio Cesar até evitou no primeiro momento, mas não conseguiu fazer o mesmo no segundo.

Com o placar empatado, o jogo não mudou muito. O Brasil tinha mais posse de bola, mas faltava chegar mais perto do gol. Fred e Hulk até tiveram chances, mas erraram o alvo. Já o Uruguai chegava menos, mas sempre com perigo.

Paulinho não se contém após o Gol...

E quando todos já imaginavam a disputa da prorrogação, Paulinho apareceu. Em cobrança de escanteio de Neymar, o volante subiu mais do que a zaga uruguaia e mandou para a rede.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Campeonato Brasileiro de 1995 - Santos 1x1 Botafogo

Túlio beija a Taça; Campeão do Brasileiro de 1995

Em 1995 o botafoguense não tinha boas lembranças de Campeonatos Brasileiros. Se desconsiderarmos os campeonatos pré-1971, até aquele ano o Fogão era o único clube do Rio que ainda não havia levado o Brasileirão. 

E mesmo se considerarmos a Taça Brasil de 1968, o longo jejum já incomodava. Mais doloroso ainda era que o time havia perdido a grande chance de conseguir este feito três anos antes em cima do maior rival, Flamengo. Mas em 95 o Glorioso não poderia perder, perder para ninguém.

Túlio não perdoa o Peixe e anota o seu...

O primeiro jogo foi no Maracanã. Diante de mais de 53 mil pessoas, o Fogão saiu na frente. Aos 18 minutos, após cobrança de escanteio, Wilson Gottardo, de cabeça, abriu o placar. Só que Geovanni tratou de igualar o marcador aos 39 minutos para tristeza dos botafoguenses. Por pouco tempo. Os escanteios botafoguenses estavam demais naquele dia. 

Após mais um cobrado, já aos 43 minutos, a bola sobrou limpa para Túlio, que só teve o trabalho de empurrar para o gol. O matador não perdoa. 2 x 1. Na comemoração, de forma irônica, o atacante “imita” Pelé ao dar socos no ar. No segundo tempo, o placar não se alterou e o jogo ficou por isso mesmo.

Túlio come até a grama do Pacaembu

Para o segundo jogo, ambos possuíam vantagens. Ao Botafogo, o empate era suficiente. Já o Santos, se vencesse por qualquer placar, se tornava campeão. A segunda partida foi no Pacaembu. Quase 29 mil pessoas seriam testemunhas do campeão brasileiro daquele ano. 

A partida foi um tanto polêmica. Isso por causa do primeiro gol botafoguense. Após cobrança de falta e uma cabeçada do companheiro, Túlio se aproveitou de posição irregular para ficar com a sobra e fazer o gol, que foi validado pelo árbitro.

O Santos chegou ao empate logo no começo do segundo tempo. Também de forma polêmica. Isso porque o gol veio de uma jogada onde Marquinho Capixaba teria usado o braço para tocar e a bola sobrou com Marcelo Passos. O gol deu esperanças torcedor santista. Faltava um gol para o título.

Em Impedimento Túlio empata para o Fogão

Não faltou luta. O Santos se esforçou para conseguir o segundo gol. E como polêmica pouca é bobagem, já perto do fim, Marcelo Passos cobrou mais uma falta. Camanducaia no momento da cobrança estava em posição legal e marcou o gol, porém foi sinalizado impedimento. 

Quanto mais o final do jogo se aproximava, mais emoção a partida tinha. Wagner fez pelo menos três defesas difíceis, salvando a pele botafoguense e se consolidando como um dos principais nomes do jogo. O alvinegro carioca também teve boas oportunidades e Donizete chegou a mandar uma bola na trave. Mas o placar não foi mais alterado. No fim, 1 x 1. Suficiente para os botafoguenses comemorarem. O Brasil era do Botafogo!

Donizetti e Túlio no Muro dos ídolos

Tendo polêmica ou não, a campanha do Botafogo em 95 é incontestável. Foi o time de melhor campanha, segundo melhor ataque, melhor saldo e que teve o artilheiro da competição. 

Túlio, ao final da primeira partida, irreverente e polêmico, como sempre fora, decretou: “Nós não somos Fluminense (referência a virada que o Peixe conseguiu em cima do Tricolor nas semifinais da competição). Não tem jeito, Botafogo é campeão”. E não é que ele estava certo?

Taça do Atlântico de 1976 - Brasil 2x1 Uruguai

Ramirez persegue o Reizinho Roberto Rivelino

Muito antes de “fair play” virar uma filosofia de jogo limpo abraçada e propagada oficialmente pela FIFA, era menos raro que um jogo de futebol descambasse para a pancadaria desmedida. Um clássico quebra-pau (mas que, apesar da violência de marmanjos se batendo, contém alguns momentos involuntariamente cômicos) aconteceu no Brasil 2 x 1 Uruguai disputado em 28 de abril de 1976 no Maracanã. Cuja imagem mais marcante é a do uruguaio Sérgio Ramirez (hoje técnico de futebol) perseguindo Rivelino assim que o jogo foi encerrado.

O duelo valeu pela Taça do Atlântico, um torneio disputado em apenas três ocasiões e que contava com Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai, em jogos de ida e volta. Comandada pelo técnico Oswaldo Brandão, a Seleção Brasileira ganhou aquela edição de 1976 com cinco vitórias e um empate.

O jogo foi tenso. O Brasil ganhou de virada no 2º tempo e houve vários momentos de bate-boca entre jogadores dos dois times. E os uruguaios foram para cima do trio de arbitragem em alguns lances também. Numa das ocasiões em que o tempo fechou em campo, Rivelino teria puxado o cabelo ou dado um tapa na cara de um uruguaio. Por isso, Ramirez planejou sua vingança assim que a partida estivesse encerrada.

Ramírez não conseguiu alcançar Rivelino, que se safou da agressão correndo em disparada e caindo aos trombolhões na escadaria para o vestiário do Maracanã. O uruguaio foi imediatamente cercado por outros jogadores brasileiros e acudido por seus companheiros de Celeste.

Campeonato Brasileiro de 2001 - Vasco 7x1 São Paulo

Romário assinala 3 e humilha São Paulo

O São Paulo sofreria a sua maior goleada (7x1) em campeonatos Brasileiros diante do Vasco de um inspirado Romário.

Ela ocorreu em 2001. Em São Januário. Mal sabiam os poucos são paulinos presentes no estádio naquele dia que era melhor estarem em qualquer lugar, menos ali. 

O que mais se falava antes do jogo era sobre a possível saída de Romário do Vasco e que aquela poderia ser sua última partida pelo clube carioca, devido a proximidade do fim de seu contrato e a incerteza da renovação. Porém, isso não impediu o Baixinho de fazer o que ele sempre fez de melhor: GOLS. Só naquela partida foram três. 

Se antes da partida Romário era dor de cabeça para os cruz-maltinos, após o jogo virou pesadelo para os tricolores. O Vasco pintou o 7 para cima do São Paulo naquele dia.


Copa Libertadores da América de 1996 - Grêmio 2x0 Botafogo

O Grêmio atual do atacante Jonas

Grêmio e Botafogo tem um histórico de confrontos equilibrados. Apesar de estes times nunca terem decididos títulos, o gremista pode ostentar que no confronto mais importante entre os dois saiu vitorioso. 

Este confronto aconteceu em 1996, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. E era um confronto com dois ótimos times. O Botafogo era o atual campeão brasileiro. O Grêmio atual campeão da Libertadores.

O Grêmio copeiro da Liberta de 1996

Primeiro jogo no Maracanã. E o Botafogo manteve-se invicto em seu território. A partida terminou em 1 x 1, gols de Jamir para o Botafogo e Jardel para o Grêmio.

Mas isso não era bom sinal ao lembrarmos que o time perdeu todos os jogos fora de casa. E no Olímpico o Grêmio é um terror para os rivais. Com gols de Luciano, no primeiro tempo, e Carlos Miguel, no segundo, o Tricolor bateu o Glorioso com certa facilidade. O Grêmio mostrou que Libertadores e mata-mata era com ele mesmo. 

O Grêmio eliminaria o Timão nas Quartas

Ainda foi carrasco do Corinthians na fase seguinte e só veio a ser eliminado nas semifinais pelo América de Cali. Acima da classificação, o gremista pôde se vingar do Botafogo, que cinco anos antes o venceu e decretou o rebaixamento do time a segunda divisão. 

O Flamengo e a Despedida de Zico

O Flamengo dos anos 90 ; Adeus Zico !

Na despedida do homem que encantou o mundo pelo futebol rubro-negro, nada mais justo do que enfrentar o que havia de melhor neste planeta.

Zico subiu as escadas que dão acesso ao gramado do Templo do Futebol às 21h25. Surpreendendo a todos, partiu do vestiário destinado aos árbitros, no lado oposto ao dos times. Todos os atletas estavam perfilados. O estádio ficou à meia luz e um show de raio laser cruzou o campo projetando desenhos na arquibancada, de onde a torcida acenava com 40 mil lenços brancos.

Era a sua última vez no Maraca como jogador do Flamengo. Um dia especial para os torcedores, para o próprio Galinho e para todos os amantes do futebol, mesmo os não-flamenguistas. Em um amistoso entre o time da Gávea e grandes estrelas internacionais, o Camisa 10 realizou sua despedida do futebol brasileiro, diante do Maior do Mundo lotado. O resultado de (2x2) foi o que menos importou.

Zico se Despede do Futebol; Deixou saudades...

A despedida de Zico não poderia ser uma partida comum. O jogo foi dividido em dois. Nos primeiros 45 minutos, uma homenagem ao Flamengo que conquistou o mundo, desde a formação do time ao uniforme branco, o mesmo que foi usado no título em Tóquio. 

O time de 1981, comandado por Paulo César Carpeggiani, jogou desfalcado dos zagueiros Figueiredo, que faleceu num acidente, e Mozer, que não pôde comparecer. Do outro lado estava um combinado de estrelas do futebol mundial.

O Maior de todos os Rubro-Negros !

FICHA TÉCNICA:

C.R. Flamengo 2 x 2 World Cup Masters
Amistoso de Despedida do Zico

Data: 06/02/1990
Local: Maracanã - Rio de Janeiro
Árbitros: Wilson Carlos dos Santos, Jorge Emiliano e Arnaldo Cezar Coelho
Público: 89.622 espectadores
Renda: NCZ$ 3.958,600,00

Gols: Fernando (FLA) - 8'/2ºT, Cláudio Adão (WCM) - 12'/2ºT, Tarantini (WCM) - 34'/2ºT e Leonardo (FLA) - 35'/2ºT.

Flamengo de 1990: Zé Carlos, Leandro (Júnior Baiano), Fernando, Júnior (Luís Carlos), Leonardo, Renato, Edu, Aílton, Zico, Bujica e Zinho.

World Cup Masters 2: Taffarel, Gerets, Camacho, Edinho e Tarantini; Madjer, Hansi Muller e Mário Kempes; Messey, Claudio Adão e Bebeto. Técnicos: Sebastião Lazaroni, Telê Santana, Edu Coimbra e Carlos Alberto Torres.




Falcão - Um ídolo que ajudou na construção de um estádio

Falcão ajuda na construção do estádio

Na foto: Paulo Roberto Falcão, mostra que é craque também na construção !

Uma imagem vale mais do que mil palavras…

Há uma história em torno da construção do Beira-Rio (ou Gigante, como preferem alguns) que relata doações por parte da torcida de toda sorte de material de construção. Todo dia, o canteiro de obras do estádio amanhecia com novos tijolos, sacos de cimento, vigas de aço, enfim... Eram doações que vinham do mais abonado ao mais humilde dos colorados.

Inclusive, há uma sub-história dentro desta história que revela um destes tantos benfeitores: Paulo Roberto Falcão. Contam os antigos que o então menino Falcão compareceu de mãos dadas com seu pai à enorme construção e depositou alguns tijolos no solo sagrado da futura casa colorada.

Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro - Ano de 1967

O Antigo Maracanã em 1967

Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, o popular Maraca ("semelhante a um chocalho" em tupi-guarani, devido ao som de pássaros que viviam por ali ), é um estádio de futebol localizado no Rio de Janeiro e inaugurado em 1950, tendo sido utilizado na Copa do Mundo de Futebol daquele ano. 

Desde então, o Maracanã foi palco de grandes momentos do futebol brasileiro e mundial, como o milésimo gol de Pelé, finais do Campeonato Brasileiro, Carioca de Futebol, Taça Libertadores da América e do primeiro Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, além de competições internacionais e partidas da Seleção Brasileira. 

Foi um dos locais de competição dos Jogos Pan-Americanos de 2007, recebendo o futebol, as cerimônias de abertura e de encerramento. Sediará o futebol e as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro. É também o palco da partida final da Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo FIFA de 2014.

O Novo Gigante em 2013

O Novo Maracanã será uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 que será realizada no Brasil. O estádio irá receber sete jogos, incluindo a final do evento. Torna-se então o segundo estádio do mundo a receber duas finais de Copa. 

O primeiro tendo sido o Estádio Azteca, no México, que recebeu as decisões das Copas de 1970 e 86, e o segundo a sediar tanto uma final da Copa do Mundo e as Cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos, depois do Estádio Olímpico de Munique, na Alemanha, que sediou as cerimônias dos Jogos Olímpicos de 1972 e a final da Copa do Mundo FIFA de 1974.


96 Anos de Glórias na Vila Famosa !


Matéria de 23 de Outubro de 2012 - Fonte: Memórias do Futebol/Facebook

Há 96 anos, mais precisamente no dia 22/10/1916, o Santos FC jogava pela primeira vez em seus domínios: a Vila Belmiro. O time enfrentou a equipe do CA Ypiranga, da capital paulista, em partida válida pelo campeonato paulista.

O Peixe venceu a partida por 2 a 1, formando com: Odorico; Américo e Arantes; Pereira, Oscar e Junqueira; Millon, Jarbas, Marba, Tedesco e Arnaldo Silveira. A primazia de marcar o gol inaugural no novo estádio coube ao sócio fundador Adolpho Millon e o segundo foi marcado por Jarbas. Para o Ypiranga, marcou Formiga.

Um detalhe importante que consta nas atas de reunião de diretoria do clube santista é que a direção do clube oficializou à Liga informando que a grama não havia se espalhado por todo o campo, porém, a partida foi autorizada e o campo do Santos foi inaugurado.

Até hoje o time santista já jogou em seu campo exatas 2.094 partidas, tendo vencido 1.331, empatado 412 e perdido 351, marcando 5.360 e sofrendo 2.537 gols.

O dia em que Pelé expulsou o Juiz !


17 DE JULHO DE 1968: O DIA EM QUE PELÉ EXPULSOU O JUIZ!

Uma vez, o Santos foi jogar um amistoso na Colômbia e o jogo tava muito pegado, muito faltoso. Até o momento em que o juiz expulsou, injustamente, um jogador do Santos e Pelé foi reclamar com razão, e acabou expulso também. A torcida ficou revoltada e começou a atirar objetos no campo, querendo invadir o gramado para agredir o juiz, foi um alvoroço. 

Eles gritavam o nome de Pelé e exigiam sua volta ao jogo. Eles estavam lá pra ver o Rei dar seu show. Até que a polícia perdeu o controle da situação e precisou escoltar o juiz para fora do estádio e chamar Pelé de volta. Veja só, Pelé expulsou o juiz.

domingo, 14 de julho de 2013

Taça Brasil de 1963 - O dia em que o Rei Catou no Gol

O Rei também foi Goleiro

Pelé marca 3 gols, vai para o gol substituir Gilmar expulso e segura pressão gremista, garantindo classificação para a final.

Pelé goleiro !

O avante Pelé, que depois de marcar três tentos, substituiu Gilmar nos minutos finais da partida, declarou que "não se sentia como um goleiro, mas lutou para acertar".

A propósito da equipe adversária, afirmou que "eles jogam duro, mas são leais. A sujeira em minha camisa foi resultado dos tombos que tomei."

O técnico Lula afirmou que a equipe do Grêmio é boa e "sobretudo, muito lutadora". Quanto aos principais valores, disse que "Paulo Lumumba e Airton estão jogando bem". Acrescentou ainda, a propósito da atuação de Pelé no gol, que o "Rei" é "tão bom quanto o Gilmar".

O Rei na Taça Brasil de 1963


santos 4x3 Grêmio
Taça Brasil 1963 - semifinal - jogo de volta
Data: 19/01/1964, domingo, 17h00min
Local: Estádio Pacaembu - São Paulo (SP)
Renda: Cr$ 11.931.500,00
Juiz: Teodoro Nitti
Expulsão: Gilmar 86'
Gols: Pepe(06-1), Lumumba(09-1), Lumumba(11-2),
Marino(15-1) e Pelé(30-1, de pênalti); 
Pelé(13-2) e Pelé(38-2, de pênalti).

Copa do Brasil de 1995 - Corinthians 5x0 Vasco da Gama

Viola deitou e rolou em cima do Vasco

Corinthians e Vasco já se enfrentaram diversas vezes pela história. Alguns confrontos muito marcantes, que apenas acirraram uma das maiores rivalidades interestaduais do Brasil. Apesar de nos confrontos decisivos o Timão costumar levar a melhor, nunca são jogos fáceis. 

Em geral, jogos sofridos, de poucos gols, partidas equilibradas, resultados apertados, sorte, entre outros fatores. Mas em um deles não foi assim. O Corinthians já deu uma sonora goleada e um banho de bola em cima do Vasco em plena semifinal de uma Copa do Brasil.

Isso aconteceu em 1995. Corinthians e Vasco buscavam seu primeiro título da competição. O Timão estava na semifinal pela primeira vez. O Vasco havia sido eliminado justamente nesta fase nas edições de 1993 e 1994. 

Quando ambos foram se enfrentar pelas semifinais esperava-se um confronto equilibrado, como fora por toda a história dos dois times. Mas não foi isso que aconteceu. Logo no jogo de ida, no Maracanã, o prenúncio. Com gol de Marcelinho Carioca, o Corinthians venceu por 1 x 0 e poderia empatar em São Paulo que ficaria com a vaga na final inédita. 

No segundo jogo em São Paulo, no estádio do Morumbi, 5 x 0 Timão e vaga para sua primeira final! A primeira final de um time paulista na Copa do Brasil. Uma das maiores goleadas do confronto justamente em um dos jogos mais decisivos que ambos já fizeram.


Copa Libertadores da América de 2005 - São Paulo 4x2 Universidad de Chile

Tricolor atropela time Chileno

Na Copa Libertadores de 2005, a Universidad do Chile estava no grupo do Tricolor na época junto com o Quilmes, da Argentina e o The Strongest, da Bolívia. O São Paulo passou em primeiro do grupo, sem nenhuma derrota. 

Quando pegou a La U no Chile, na última partida da fase de grupos, já sem o técnico Emerson Leão, que foi para o Vissel Kobe do Japão, a partida ficou empatada em 1 x 1 no Estádio Nacional de Santiago. 

Mas a melhor lembrança que o são paulino tem da Universidad do Chile aconteceu no Morumbi. Era a estreia do time em casa pela competição, com mais de 40 mil torcedores indo prestigiar. E o time não fez feio. Venceu por 4 x 2 com direito a Gol de Rogério Ceni.

Ceni diante de um Chileno da La U

SÃO PAULO 4 X 2 UNIVERSIDAD DO CHILE

Competição: Copa Libertadores da América – Fase de Grupos
Data: 09/03/2005
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Auxiliares: Martín Vasquez e Pablo Fontino (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Josué (SP)
Gols: Lugano, aos 2min, Gionio, aos 6min, Rogério Ceni, aos 20min, Gioino, aos 38min, e Cicinho, aos 47min do primeiro tempo; Grafite, aos 19min do segundo tempo.



O Dia em que o Juiz marcou um Gol para o Palmeiras

Reportagem do Famoso Gol de Aragão

"O Campeonato Paulista de 1983 foi vencido pelo Corinthians, mas um jogo em específico ficou marcado por uma lambança da arbitragem. Era dia 9 de outubro de 1983, e Palmeiras x Santos era jogado no Morumbi pela segunda fase do Campeonato Paulista.

O Santos abriu o placar com com Paulo Isidoro aos 14 do primeiro tempo, após jogar melhor que o Verdão na primeira etapa.

O empate do Verdão veio apenas aos 37 do segundo tempo, com Capitão. No entanto, quatro minutos depois, Lima aproveitou o cruzamento de Serginho Chulapa e colocou o Santos na frente.

Aragão é cumprimentado por Palmeirense

A partida estava nos acréscimos. 47 da segunda etapa e o Palmeiras teve um escanteio. A cobrança veio para o meio da área, mas a zaga santista afastou. A bola sobrou para Jorginho, que da entrada da área chutou a gol. A bola sairia no canto rasteiro direito do goleiro Marola, mas não foi o que aconteceu. Junto à trave estava o árbitro da partida, José de Assis Aragão.

Sem ter como escapar do chute, Aragão tentou pular, mas a bola bateu nas pernas do juiz e entrou no fundo do gol santista. Os jogadores do clube praiano reclamaram, mas não havia o que fazer. Gol do Palmeiras, que empatou o jogo. Após o gol, o árbitro encerrou o jogo.

Como o juiz é considerado neutro no campo, o gol foi validado, para alívio dos torcedores palmeirenses e tristeza dos santistas".


1970 A Primeira Copa em Cores no Brasil



Em 1970, quando se fez a primeira transmissão de TV em cores no Brasil (Copa do Mundo do México, com o Brasil Tricampeão), pela EMBRATEL, em caráter experimental e fechado, para um público seleto, iniciando uma nova divisão social entre os que podiam trocar seu velho aparelho pelo colorido e os que tiveram que manter a relíquia em preto-e-branco. Já ia então à larga o “milagre brasileiro’’, e os jogos da Copa do Mundo no México, primeiro programa a ser exibido em cores no Brasil, foram também o primeiro congraçamento patriótico da raça feito pela TV.

Ronaldinho Gaúcho fazendo História no Barcelona

Ronaldinho ao lado de Eto`o

Recentemente, Neymar foi aplaudido pela torcida do Cruzeiro no estádio Independência por sua grande atuação nos 4 x 0 do Santos em cima do time mineiro. Poucas vezes vemos uma torcida aplaudindo e reconhecendo a genialidade de um jogador rival.

MAIS RARO AINDA É QUANDO ISTO OCORRE NO MAIOR CLÁSSICO DE UM PAÍS. E nos últimos anos, apenas Ronaldinho Gaúcho conseguiu um feito destes. Foi em 2005. Naquele ano Ronaldinho encantou o mundo de vez. Os malabarismos que o "showman" fazia com a bola desde os tempos de Grêmio nunca estiveram tão inspirados e bem feitos quanto naquele ano. 

E um dos ápices de sua vitoriosa e brilhante carreira foi o dia em que o Barcelona venceu por 3 a 0 o Real Madrid em pleno Santiago Bernabeu. Mais que isso. Ronaldinho foi aplaudido de pé pelos torcedores madrilenhos. Coisa RARÍSSIMA na história. Apenas Cruyff e Maradona haviam conseguido feito igual. 

Ademir Menezes o Queixada da Seleção Brasileira

Ademir Menezes o Queixada

Ademir Marques de Menezes foi um dos mais extraordinários artilheiros de todos os tempos. Seu estilo de jogo deu origem a uma nova posição: PONTA-DE-LANÇA. 

Sua versatilidade em atuar em qualquer posição do ataque e sua habilidade nas arrancadas a caminho do gol obrigaram técnicos a adotarem novos sistemas para tentar contê-lo. Pode-se dizer que revolucionou algumas características do futebol brasileiro que foram essenciais para os títulos mundiais que estariam por vir poucos anos depois. 

Um de seus maiores feitos é um recorde que está de pé até os dias de hoje e que não foi quebrado nem mesmo por nomes como Pelé, Romário e Ronaldo. Ademir é o jogador brasileiro que mais gols fez em uma única edição de Copa do Mundo: 9 gols em 1950.

Seleção Brasileira - Primeiro jogo da sua História

A Seleção Brasileira de 1914

Hoje faz 99 anos da estreia da Seleção Brasileira... Parabéns a Seleção mais Vitoriosa de todos os tempos !

A Seleção Brasileira começou a sua história no dia 14 de julho de 1914. No campo do Fluminense, na Rua Guanabara (atual Rua das Laranjeiras), o time formado por cariocas e paulistas venceu o Exeter City, clube inglês que excursionava pela América do Sul na época, por 2 a 0. Os gols foram marcados por Oswaldo Gomes e Osman.

Rebaixamento do Palmeiras para a segunda divisão do Brasileiro

Jogadores desolados após jogo com o Flamengo

“O pesadelo da segunda divisão que atormentou o Palmeiras desde as primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro tornou-se realidade neste domingo”.

Poderia este ser o começo do lead de qualquer matéria jornalística sobre o rebaixamento do Verdão em 2012. Mas, não. Foi desta forma que a Folha de São Paulo começou sua matéria a respeito do primeiro rebaixamento do Porco, no dia 17 de novembro de 2002. Exatamente dez anos e um dia depois, o pesadelo que atormentou os palmeirenses naquela tarde de domingo se repetiu. 

Torcedor não se conforma com a queda Verde!

Os dois rebaixamentos são diferentes em um aspecto. Ele é “melhor” neste ano. Enquanto em 2012 um empate não foi suficiente para salvar o Verdão, em 2002 a sentença veio com uma derrota. Um doloroso 4 x 3 para o Vitória no Barradão.



Assim como em 2012, o time foi aguerrido, mas não conseguiu vencer. Além disso, como consolação, o time paulista irá disputar a Libertadores em 2013, enquanto teve de se contentar apenas com o título nacional em 2003. Se conseguirá fazer bonito na competição sul-americana é uma incógnita. Mas que é um bom motivo para montar um time forte, isso é.

Choro após apito do Árbitro

Após apito do Árbitro Wilson de Souza Mendonça, alvi-verdes desabam no gramado do Barradão; O Palmeiras cairia pela primeira vez para a Segunda Divisão do Brasileiro.


VITÓRIA 4 X 3 PALMEIRAS
Gols: Allan Dellon, aos 3min, Flávio, aos 5min, Aristizábal, aos 27min; Nenê; aos 5min, Zé Roberto, aos 31min, André, aos 40min, e Arce, aos 43min da segunda etapa
Cartões amarelos: Flávio, Juninho, Alexandre e Arce (P); Emerson (V)
Local: estádio Barradão, em Salvador (BA) 
Juiz: Wilson de Souza Mendonça (PE)